
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
A morte do Tio Patinhas

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Fúria de Titãs

quarta-feira, 28 de novembro de 2007
The Hulk

Muitas vezes, as editoras responsáveis pelos maiores ícones das histórias em quadrinhos, vem com idéias "maravilhosas" para renovar o interesse por personagens de longa data e com certo público fiel. Tome-se como exemplo, a Marvel Comics e sua "brilhante" idéia de mudar a cor do Hulk de verde para "vermelho"(???!).
Talvez, não tão ruim, seja o surgimento de Skarr - The son of the Hulk, um filho do monstro surgido como consequência direta da sagas "Planet Hulk" (lançada atualmente no Brasil pela Panini Comics) e "World War Hulk", a ser lançada em 2008 no Brasil.
sábado, 17 de novembro de 2007
Homem-Aranha: Potestade

"Potestade" é o título nacional dado pela Panini Comics para "Spider-Man : Reign", o "Cavaleiro das Trevas do Homem-Aranha" criado pelo artista Karee Andrews.
Independente da "polêmica" cena do "aracnopênis" de Peter Parker e da morte de Mary Jane pelo contato com o sêmen radiativo de seu marido, quando nós, do Salada Crua, nos referimos a plágio, é de Potestade que nos lembramos.
Como exemplo do que estamos falando, observe abaixo uma imagem de Potestade que faz "referência" ao Bruce Wayne envelhecido de Cavaleiro das Trevas:

quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Flash Gordon

Criação de Alex Raymond, Flash Gordon é um dos marcos dos quadrinhos mundiais,tendo muito de sua "ficção científica" remetida a realidade de nossas vidas,tornando seu criador uma espécie de "visionário".
Em seu rastro de sucesso, encontram-se seriados de cinema dos anos 30, extensa produção quadrinística clássica e moderna, séries de desenhos animados, um "clássico" trash do cinema dos anos oitenta, marcado pela trilha somora do grupo Queen e atualmente um seriado de tv em produção pelo canal de tv a cabo Sci -Fi.
Seu único porém , seria a perseguição aos estereótipos raciais da época em períodos de pre-guerra, simbolizada pela figura do clássico vilão Ming,retratado por Raymond como um oriental.
Tropa de Elite

terça-feira, 9 de outubro de 2007
Henfil

quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Batman de Grant Morrison

Cão-Maravilha mata Bush

Retratando o tema dos quadrinhos afetados pelos atentados de 11 de Setembro de 2001 comentado em nosso programa, talvez o mais inusitado seja Cão-Maravilha criado em 2001 por Reginaldo Carlota que,impressionado com o fato, criou em 2004 uma história polêmica onde o cão descobre que o responsável pelo atentado era na verdade George W. Bush e resolve dar cabo da vida do presidente. A HQ, na época, causou comoção tanto no Brasil quanto no exterior.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
In Her Darkest Hour

terça-feira, 28 de agosto de 2007
Alfarrabista Quadrinhos

Alfarrabista Quadrinhos é uma iniciativa de José C. Souto Vidal em associação com a livraria e cibercafé Dom da Palavra, que apresenta trabalhos de artistas da cidade de Pelotas. Nesta primeira edição encontra-se: "Sonata" escrita por Augusto Barros e Fábio Ochoa e desenhada por Augusto Barros; um conto de suspense sobrenatural (sem título) idealizado por Fábio Ochoa; "Ato de desespero" de William Morales e "Ganhei no grito" de Domênico Niemeyer Gay.
A publicação,em formatinho com capa e miolo em preto e branco, 36 páginas, R$ 4,00 pode ser adquirido através do contato com o e-mail: jcsvidal@yahoo.com.br e domdapalavra@gmail.com ou pela livraria e cibercafé Dom da Palavra, Rua Dom Pedro II, 829 Pelotas, RS 96010-300.
X-Men Made in Brasil

segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Joe Sacco

A matéria foi publicada originalmente na Harper's e está online também no site do jornal brasileiro Folha de São Paulo(apenas para assinantes), e em um tamanho que não facilita muito a leitura.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Raio Negro

Ainda nos anos 60, o Raio Negro fez muito sucesso por aqui. O tenente da FAB Roberto Sales é lançado no espaço, onde a cápsula em que ele está é atingida por um jato de luz negra, arrastando-o para um disco voador, que havia colidido com um meteoro. Dentro do objeto voador, um ser de Saturno, chamado Lid, agonizava. Obedecendo às indicações do alienígena, o tenente Sales liga os controles da nave e os leva em direção à Saturno. Agradecido por ter arriscado sua vida para salvá-lo, Lid lhe entrega seu anel de luz negra, feito com a energia magnética de Saturno, que lhe dará grandes poderes. O tenente jura só usá-lo para o bem, e volta à Terra, resolvendo assumir uma nova identidade para combater o crime, vindo assim a nascer o Raio Negro, que era uma espécie de mistura entre Ciclope (o visual) e Lanterna Verde (o uso do anel). O Raio Negro foi criado por Gedeone Malagola em 1965.
Capitão 7

terça-feira, 10 de julho de 2007
AN ANTHOLOGY OF GRAPHIC FICTION, CARTOONS AND TRUE STORIES e THE BEST AMERICAN COMICS


No ano passado, saíram dois livrões nos EUA que podem ser um marco histórico do reconhecimento dos quadrinhos como arte: An Anthology of Graphic Fiction, Cartoons and True Stories e o primeiro volume da série anual The Best American Comics. Os dois reúnem grande parte do que as HQs americanas, como forma, já fizeram de melhor.
The Best American Comics 2006 é parte da linha da editora Houghton-Mifflin que reúne as melhores produções textuais por gênero a cada ano (as melhores reportagens, as melhores histórias de suspense, de terror, policiais...). É a primeira vez que sai um volume dedicado a quadrinhos – e o de 2007 sai em breve. Já An Anthology of Graphic Fiction vem da privilegiada editora da Yale University, uma das maiores dos EUA, que dá atenção às HQs pela primeira vez.
Ambos são editados por pequenas estrelas do universo indie dos gibis: Ivan Brunetti, cartunista e professor de cartunismo, colocou em Anthology HQs curtas de várias décadas que, nas suas palavras, "aprecio e releio com freqüência"; e o responsável por escolher uma fatia representativa do que se produziu de melhor entre 2004 e 2005 é Harvey Pekar, o rabugento autor de American Splendor (após uma pré-seleção feita pela editora Anne Elizabeth Moore).
O propósito da edição de Pekar já está aparente no título. O livro reúne trabalhos recentes de figuras já estabelecidas, como Joe Sacco (Palestina), Chris Ware (Jimmy Corrigan), Jamie Hernandez (Love & Rockets), Gilbert Shelton (Freak Brothers) e Robert Crumb, e de outros que começam a conquistar o público, como Alison Bechdel (Fun Home) e Anders Nilsen (Dogs and Water). Super-heróis (fora a paródia de Joel Priddy) ficam de fora, da mesma forma que toda antologia séria de literatura não coloca Dan Brown ou Paulo Coelho no meio.
Da mesma forma que o cinema tem Cannes e Sundance, e a música tem de Montreux ao Lollapalooza, os quadrinhos estavam precisando de algo deste tipo para colocar várias pessoas, ao mesmo tempo, em contato com o que a mídia está produzindo. E nos quadrinhos, como na literatura, não dá para você reunir várias pessoas e forçá-las a sentarem lado a lado para ficar lendo – no máximo você faz uma feira onde todos podem comprar a mesma coisa, o que não quer dizer que vão ter uma experiência coletiva da arte. Estas antologias são o mais próximo que se pode chegar disto, pois nelas reúnem-se os expoentes do meio que antes, se você quisesse ler em conjunto, teria que catar em centenas de revistas e álbuns. É este trabalho de juntar as coisas para apresentar ao público que estava faltando, e que pode ser decisivo para mudar a percepção das HQs.
A editora Fantagraphics, uma das líderes neste segmento dos quadrinhos-arte, está lançando em breve sua "autobiografia" com o sugestivo título Comics As Art: We Told You So. Dá para traduzir como "Quadrinhos são Arte: A Gente Avisou". É a An Anthology of Graphic Fiction e a Best American Comics que eles estão se referindo.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Edgar Vasques

No início dos anos 70, Edgar Vasques criou um personagem que tinha a intenção de mostrar a cara do Brasil: Rango, um desempregado pobre e barrigudo que vivia em um depósito de lixo. Com muita crítica social - e, obviamente, econômica e política - as tiras do personagem fizeram sucesso em publicações universitárias e logo alcançaram grandes jornais. Em 1974, a editora LP&M lançou seu primeiro livro, tendo o personagem como tema e com prefácio do escritor Érico Veríssimo, que se declarava fascinado pelo personagem e pelas situações tragicômicas que ele vivia. Vasques nunca deixou de desenhar Rango - assim como, infelizmente, os problemas de desigualdade social que o personagem retrata nunca deixaram de existir (pelo contrário, em alguns casos até se agravaram) -, mas o personagem perdeu um pouco do espaço que tinha nos jornais, ainda que seja mais atual que nunca. Recentemente, em 1998, a LP&M lançou uma edição comemorativa, O Gênio Gabiru, trazendo 160 tirinhas inéditas em uma só publicação. E, como bem resumem os editores da publicação, “mudaram as moscas, mas a paródia continua cada vez mais real”.
Tchê

O fanzine Tchê existe desde 1987, publicando artistas de quadrinhos profissionais e amadores. Nele, o leitor encontra trabalhos de Júlio Shimamoto, Mozart Couto, Laudo Jr, Henry Jaepelt, Joacy Jamys, Edgar Franco, Gazy Andraus, Daniel HDR e muitos outros. Para comemorar os 20 anos do fanzine, o responsável, Denilson Rosa dos Reis (professor de História, músico e fanzineiro), preparou uma série de lançamentos, culminando com o CD-Rom Tchê 20 Anos Volume 1, a ser lançado em dezembro. A edição #35 do Tchê (40 páginas, R$ 3,00) traz ilustrações, cartas, HQs, música, poesia, artigos, uma entrevista com Gervársio Santana (Portal TexBr) e uma homenagem a Joacy Jamys. Participam da edição Denilson Reis, Marcel de Souza, Alex Doeppre, Marcelo Tomaz, Jefferson Barboza, Hiirís Lassorian, Henry Jaepelt, Fabiano Alvarez, Milton Soares, Eduardo Manzano, Laerçon Santos, Beto Martins, Renato Coelho, Michel Sanches e Anderson Ferreira. Contatos podem ser feitos por e-mail ou pelo endereço: Denilson Rosa dos Reis - Rua Gaspar Martins, 93 - Alvorada/RS - CEP 94820-380 - Alvorada/RS.
Lugares In-Comum

O cartunista Sérgio Jaguaribe, conhecido por Jaguar, foi um dos fundadores do tablóide humorístico O Pasquim, no final da década de 1960, considerado um dos maiores fenômenos da imprensa brasileira. No Pasquim, Jaguar publicava o simpático e corrosivo ratinho Sig, com suas frases de efeito e tiradas humorísticas. Foi também no jornal que surgiu Lugares in-comuns (formato 14 x 20 cm. 76 páginas, R$12,00), série de tiras irreverentes publicada semanalmente. Essas tiras, que a editora Marca de Fantasia publica nesta obra, são de co-autoria de Jaguar, no traço, e Ivan Lessa, no texto, parceria que se imortalizou nas páginas do Pasquim, cuja sintonia se constata nesta série. Lugares in-comuns explora de forma irônica os chavões, os ditos, as frases feitas e tiradas filosóficas populares, tão cheios de inventividade, sabedoria e, por que não, lugares comuns. Este lançamento faz parte da coleção Biografix, proposta por Wellington Srbek e Henrique Magalhães, que tem como objetivo resgatar o trabalho dos mestres dos quadrinhos e humor gráfico brasileiros, mostrando às novas gerações alguns fragmentos das obras que tendem a se perder no esquecimento.
sábado, 30 de junho de 2007
Velta

terça-feira, 26 de junho de 2007
Fantasma bem brasileiro

Um herói muito famoso que marcou época no Brasil foi o Fantasma, de Lee Falk. Seu sucesso deve-se a muitos fatores, mas pode-se dizer que a longevidade de suas revistas tem muito a ver com a produção nacional.
Nessa época, era atribuição dos brasileiros produzir histórias ou completar páginas para manter o personagem sendo publicado.
Segundo Walmir Amaral, que dirigiu a equipe de produção, as tiras não conseguiam suprir a edição de revistas mensais. Assim, junto com Gutemberg Monteiro, ele teve a idéia de desenhar o herói.
Sob sua direção, foi então criada o que ele chama de "Equipe Fantasma". Compunham a equipe: Adauto Silva, Wanderley Mayê, Milton Sardella e ainda Julio Shimamoto e Antonino Homobono. Além de chefiar ao artistas e também desenhar, Walmir continuava escrevendo os roteiros, tarefa que dividia com José Menezes.Mesmo com o sucesso de vendas, os artistas brasileiros não eram estimulados a assinar suas histórias, o que, em muitos casos, dificulta descobrir a origem da HQ. "Era proibido assinar as artes, para ocultar que os desenhos em feitos no Brasil. A idéia era passar a impressão de que ainda era Fantasma gringo", revela Júlio Shimamoto. Mas fazendo-se valer da ginga típica do brasileiro, Shima (como também é conhecido) deu um "jeitinho" de marcar suas histórias, ocultando sua assinatura em objetos das cenas, ou em detalhes de figurino ou no cenário. Nas palavras do próprio artista: "Não sou carioca, mas dei meus dribles e consegui camuflar meu nome em siglas de helicópteros ou armas de bandidos, como cimitarras, por exemplo".
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Disney in Deustschland

Amplamente divulgada pela imprensa alemã, que rotulou Disney como "a grande esperança branca contra os judeus de Hollywood", a visita teria resultado em um encontro do norte-americano com Adolf Hitler e a produtora de cinema Leni Riefenstahl, responsável pelos filmes com propaganda nazista.
O suposto encontro virou uma peça de teatro que será exibida em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, até o próximo dia 24 de junho.
Disney In Deutschland, escrito e montado pelo dramaturgo John J. Powers, mistura elementos fictícios a fatos históricos, e afirma em seu texto de divulgação que o espetáculo é baseado em relatos documentais da época, o que tem gerado controvérsias.
Seja como for, algumas das resenhas críticas colhidas na internet atacam Disney In Deutschland. De acordo com os comentários, há uma tendência iconoclasta na peça, como na passagem que afirma ser Hitler o grande inspirador da Disneylândia, ou a que reforça de forma veemente o caráter anti-semita que Walt Disney sempre foi acusado de ter.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
A Morte do Capitão América

Muita polêmica se fez em torno da morte do "paladino da liberdade" no comic norte-americano "Captain América 25" da editora Marvel Comics, gerando inclusive, estudos sobre sua importância como personagem patriótico no atual contexto político dos Estados Unidos da América e do mundo ; mas, a pergunta que cabe a nós do "Salada Crua" fazer é:Que real importância tem o personagem, uma vez que ele foi criado pela máquina de propaganda americana para enaltecer os ideais da América como nação em 1941? Não seria o Capitão um "modelo ultrapassado"?Seria ele realmente um símbolo fidedigno da bandeira que veste? Ele enxerga a América que realmente existe ou defende apenas "ideais utópicos"?
Salada Crua quer saber sua opinião.

CENTRAL DE QUADRINHOS BRASILEIROS

A proposta da Central de Quadrinhos Brasileiros (CQB) é a de dar apoio às HQs produzidas no Brasil e que geralmente, não tem apoio merecido. Inclusive, mostram que HQ é arte (como sempre defendo, pararem de mostrar apenas como entretenimento). Na abertura do site*, expõe o seguinte: "No ar, uma nova página que pretende preencher uma lacuna... ou melhor dizendo, uma cratera gigantesca, não só na net como em livros, revistas, jornais ou TVs... com relação aos quadrinhos brasileiros. Assunto sempre relegado ao último plano, como coisa sem importância ou de crianças. E quando falamos de quadrinhos brasileiros não entram as publicações atuais que abarrotam as bancas e gibiterias, que são apenas e meras traduções de material importado, em sua grande maioria dos Estados Unidos da América, e em segundo, do Japão. Quem entrou nesta página procurando notícias, comentários ou os costumeiros puxa-saquismos desses personagens importados velhos e ultrapassados ou seus criadores, veio ao lugar errado. Aqui não valorizamos esse tipo de quadrinho, que já tem espaços e propagandas de sobra em todos os lugares que se vá. Trataremos aqui do tipo de quadrinho que é esquecido pela mídia, que é escanteado, chutado, massacrado e esquecido: o verdadeiro quadrinho nacional. Não importa o gênero: terror, aventura, erótico, drama ou qualquer outro, desde que seja nosso".Para comprovarem seu apoio, eles abriram espaços para Emir Ribeiro e sua principal criação, a VELTA, no qual consideram a musa do site e dos fanzineiros.
Pixel Média Promove Debates sobre Quadrinhos em São Paulo

Pixel Media promove debates sobre quadrinhos em São Paulo
Por Marcelo Naranjo, sobre o press release (18/06/07)Nos dias 21, 22 e 30 de junho, a Pixel Media e a Fnac Paulista promovem diversas atividades sobre o universo dos quadrinhos, confira: Dia 21 de junho, a partir das 19h: palestra Da criação à publicação de uma história em quadrinhos e lançamento do álbum As Aventuras de Zózimo Barbosa - O Corno que Sabia Demais.Wander Antunes é o criador do álbum As Aventuras de Zózimo Barbosa - O Corno que Sabia Demais, novo lançamento da Pixel. Wander é um dos poucos roteiristas brasileiros que publica no exterior. Aproveitando o lançamento de Zózimo, o autor fala um pouco mais sobre esta obra e dá dicas importantes de como funciona o mercado editorial de quadrinhos. Wander escreve para a editora suíça Paquet, e já recebeu o importante prêmio francês Coup de Couer, no Festival de Chamberry 2005. No Brasil, foi o editor da revista Canalha, ganhadora do HQ MIX de melhor revista adulta. Seu personagem mais conhecido no Brasil é Zozimo Barbosa, o detetive sem caráter que vive histórias amorais no melhor estilo das peças de Nelson Rodrigues.

domingo, 17 de junho de 2007
O Horror no Brasil

Tais títulos apavoraram a imaginação de muitos leitores e incentivaram toda uma onda de novos talentos do traço e do argumento brasileiros, inclusive a nós "saladeros" com nossa modesta produção.
Fica, então, registrada aqui nossa homenagem do Salada Crua a estes marcos das histórias em quadrinhos nacionais e, por que não das histórias em quadrinhos de terror mundiais?
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Renato Canini
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Os Bórgia

Os Bórgia. Ahh, os Bórgia...

segunda-feira, 11 de junho de 2007
Um Contrato com Deus e outras Histórias de Cortiço

Esses inquilinos entravam e saíam com regularidade, mas muitos ficavam lá a vida inteira, aprisionados pela pobreza ou pela velhice. Não havia nenhuma privacidade ou anonimato, e os vários dramas humanos reuniam instantaneamente testemunhas como formigas

Lançada originalmente em 1978, Um Contrato com Deus e outras Histórias de Cortiço (formato 19,4 x 25,5 cm, 200 páginas, R$ 48,50) recria as memórias da infância de Will Eisner num cortiço do Bronx nos anos 1930. Por meio de quatro histórias que são, ao mesmo tempo, engraçadas, profundas e trágicas, o autor mostra os dramas e as alegrias de pessoas comuns na mítica Avenida Dropsie.
Este álbum foi publicado no Brasil pela Editora Brasiliense em 1988 (confira aqui uma análise da obra), e ganha agora uma nova edição, da Devir, que já pode ser encontrada nas livrarias e lojas especializadas.
domingo, 10 de junho de 2007
Não só "Fumetti"!

sábado, 9 de junho de 2007
Tales from the Crypt

"Tales from the Crypt" gerou também vários filmes como "Tales from the Crypt" (1972), com Peter Cushing,"Creepshow 1 e 2","Demon Knight" e "Bordel of Blood", mais a popular série de tv, que durou de 1989 a 1996, mais uma série animada.
Abaixo, confira a intro do seriado de tv "Tales from the Crypt":
Fetichast:Províncias dos Cruzados



terça-feira, 5 de junho de 2007
Lourenço Mutarelli

Magnetizado pelo cinema alemão (principalmente Herzog) e por um filme em especial, As três coroas do marinheiro, de Raul Ruiz (realizado em co-produção Chile e França), contaminado pela literatura de Kafka e Dostoievski e embriagado pela música de Carlos Gardel, Lourenço Mutarelli gerou um grande número de heróis atípicos das histórias em quadrinhos. Personagens que parecem viver em uma dimensão muito próxima à nossa, envolvidos pela depressão urbana quando são capturados para viverem momentos cruciais (e muitas vezes terminais) de suas vidas.
O artista, que viveu sérias crises de síndrome do pânico, usa suas histórias em quadrinhos como a melhor forma de comunicação que encontrou com o mundo externo. Foi desenhando que descobriu que as outras pessoas podiam entender o que sentia e como via a vida ao seu redor. A expressividade do preto do nanquim sobre a folha branca do papel (técnica preferida por ele) ampliou o realismo fantástico e sofrido de seus personagens.
Em seus quatro primeiros trabalhos, o artista personificou, em seus heróis, os dramas por ele mesmo vividos, catarses de seu mundo solitário. Já o protagonista de seu quinto álbum, Diomedes, com sua aparência grotesca e personalidade instável, foge às características de seus primeiros trabalhos, constituindo-se em um detetive aparentemente incapaz de resolver qualquer caso. Ao escrever O Dobro de cinco, o artista provou que sua linguagem está realmente nos quadrinhos. Nessa obra, é impossível dissociar um código de outro: são palavras e imagens que caminham juntas, construindo uma narrativa envolvente, uma armadilha.
De uma certa forma, Lourenço Mutarelli personifica, em seus heróis, retratos da sociedade contemporânea: o trágico e burlesco, movido a decepções, fracassos e muita insegurança de um mundo ficcional (ficcional?) totalmente desprovido de elementos éticos e morais. Cada leitura possibilita o descobrimento de novas particularidades dos heróis.
Através das histórias coloridas feitas especialmente para o site da Revista Cybercomix, seus leitores acompanham suas desventuras via Internet. Com uma série de histórias (quase todas autobiográficas), o desenhista conquistou mais um espaço para a tristeza, solidão e ilusão por onde caminham seus "escolhidos". Os heróis criados pelo artista são sinônimos para a dor existencial e a reflexão em torno da miséria humana.Do fanzine, publicação em revistas, lançamentos de álbuns à Internet, Lourenço Mutarelli é um digno "estudo de caso" a ser analisado por pessoas que, geralmente, não elaboram, mas devoram e são devoradas pela linguagem das Histórias em Quadrinhos.
Abaixo, Salada Crua traz até vocês cenas de um conto de Mutarelli recentemente adaptado para o cinema, O Cheiro do Ralo:
Battle Royale

Um de nossos primeiros temas em debate foi a questão da idiotização do público com "entretenimento" duvidoso conhecido como "Reality Shows" estilo "Big Brother" (onde o público delicia-se com a questão do "voyeurismo",com a "intimidade alheia" revelada para o deleite dos "plugados" em casa. Assim sendo,o primeiro exemplo que nos veio à mente foi "Battle Royale",polêmico sucesso japonês em livro, mangá e filmes, que retrata jovens estudantes trucidando-se em um programa fascista do governo que é televisionado para todo o país.
Abaixo,algumas cenas do primeiro filme de Battle Royale, um pequeno aperitivo ,cortesia de Salada Crua:
Angelo Agostini


Angelo Agostini (Vernate, 1833 — Rio de Janeiro, 28 de Janeiro de 1910) foi um desenhista italiano que firmou carreira no Brasil. Um dos primeiros cartunistas brasileiros, foi o mais importante artista gráfico do Segundo Reinado.
Viveu sua infância e adolescência em Paris, e em 1859, com 16 anos, veio para São Paulo com a sua mãe, a cantora lírica Raquel Agostini.
Em 1864 deu início à carreira de cartunista, quando fundou o Diabo Coxo, o primeiro jornal ilustrado publicado em São Paulo, e que contava com textos do poeta abolicionista Luís Gama. Este periódico, apesar de ter obtido repercussão, teve duração efêmera, sendo fechado em 1865. O artista lançou, no ano seguinte (1866) o Cabrião, cuja sede chegou a ser depredada, devido aos constantes ataques de Agostino ao clero e às elites escravocratas paulistas. Este periódico veio a falir em 1867.
O artista mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu desenvolvendo intensa atividade em favor da abolição da escravatura, pelo que realizava diversas representações satíricas de D. Pedro II. Aqui colaborou, tanto com desenhos quanto com textos, com as publicações O Mosquito e Vida Fluminense. Nesta última, publicou, a 30 de Janeiro de 1869, Nhô-Quim, ou Impressões de uma Viagem à Corte, considerada a primeira história em quadrinhos brasileira e uma das mais antigas do mundo.
Fundou, em 1 de Janeiro de 1876, a Revista Ilustrada, um marco editorial no país à época. Nela criou o personagem Zé Caipora (1883), que foi retomado em O Malho e, posteriormente, na Don Quixote. Este foi republicado, em fascículos, em 1886, o que, para alguns autores, foi a primeira revista de quadrinhos com um personagem fixo a ser lançada no Brasil.
Foi o nosso "saladero" Jonas Fernando que trouxe à mesa esta farta refeição sobre este que é um pilar da produção de quadrinhos nacional e mundial.
"Os Simpsons no Brasil"
Salada Crua traz a você o episódio proibido de "Os Simpsons no Brasil":
Wolverine: Saudade
"A dura realidade das favelas brasileiras arrasta o mais popular dos X-Men a um turbilhão selvagem do qual ele não sairá ileso. Entre crianças de rua, esquadrões da morte, um terrível curandeiro e uma estranha divindade local,Logan terá de se render à evidência: no país do samba, a vida humana vale pouco e a paixão permanece à flor da pele."
Salada Crua

Debate sobre quadrinhos em rádio de Pelotas
Os fãs de quadrinhos de Pelotas, no Rio Grande do Sul, ganharam mais uma opção para discutir a nona arte. Fabrício Lima, junto com os amigos Sandro Andrade e Jonas Fernando, todos criadores e produtores de HQs, comandam o programa de rádio Salada Crua. O programa, que vai ao ar toda quarta-feira, entre 21:00h e 21:30h, é veiculado pela Rádio Com 104.5 FM. |
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